Arctic Monkeys - AM (2013)
Impressionante o mix de "consistência" com uma pitada de "irreverência" em todos os álbuns destes senhores.
Foals - Holy Fire (2013)
Adorava ter visto o concerto no Coliseu.
The Arcade Fire - Reflektor (2013)
Ainda é um pouco cedo para dizer mas o álbum talvez seja o meu "menos preferido" dos 4. Mas não deixa de ser TOP.
*só para deixar claro que por "momento" quero dizer bandas com álbuns em 2013.
Antes de mais a resposta é não, não estou a preparar a minha candidatura à Presidência da Repúbica. Já há muito rendido às maravilhas da blogosfera, decidi agora adoptar uma postura mais proactiva e também eu contribuir para o enriquecimento da World Wide Web. Espero que gostem.
sábado, novembro 30, 2013
domingo, novembro 10, 2013
At the movies once again
Gravity (2013): nota 8 - as expectativas eram altas, já que as críticas que tinha lido pareciam ser unânimes nos elogios ao filme. Contudo, nem por isso sai do cinema desiludido.
O filme passa-se inteiramente no espaço e é quase todo focado numa única personagem, a de Sandra Bullock. Diga-se de passagem que se me tivessem contado estes dois detalhes antes de ver o filme, eu próprio teria ficado com muitas dúvidas sobre o nível de interesse. Acrescente-se a isto o facto da história ser relativamente simples e estariam reunidos os ingredientes para um filme fraco.
Mas não. O filme consegue ser extremamente envolvente logo desde o início. Na curta interação entre George Clooney e Sandra Bullock, a "química" entre os dois é muito boa. E a partir do momento em que Sandra Bullock passa a ter o ecrã todo para si, é impressionante a forma como consegue transmitir toda a angústia do seu personagem. Não sendo o seu maior fã, há que reconhecer o desempenho brilhante. Assumindo que nunca irei ao espaço, esta terá sido provavelmente a experiência mais próxima disso.
La Cage Doree (2013): nota 9 - filme bem divertido e que conta com excelentes desempenhos dos nossos Rita Blanco e Joaquim de Almeida, entre outros. E a própria Maria Vieira, que começa por ter um papel um bocado tonto, acaba por se sair bastante bem.
Não alinho nada na ideia de que o filme passa uma imagem de coitadinhos dos emigrantes portugueses em França. Acho que isso é querer focar demais no "copo meio vazio". Acho que passa sim sobretudo uma imagem de pessoas sérias e trabalhadoras. Mas como disse antes, o que importa é que o filme diverte e convence.
This is the end (2013): nota 7 - filme que se diferencia pela facto dos atores participarem em nome próprio, o que serve para deixar a dúvida sobre se será aquele o comportamento de James Franco, Seth Rogen e companhia na vida real. Pelo que li, não será esse propriamente o caso.
Quanto à história, é uma espécie de paródia sobre o fim do mundo e os comportamentos das pessoas em horas de desespero. Tem momentos bastante divertidos mas muitos momentos meio parvos. Filme apenas razoável.
Disconnect (2012): nota 8 - mais um drama sobre o impacto das redes sociais/virtuais na vida das pessoas, explorando o cruzamento entre várias histórias. Nada disto é propriamente novo mas aqui a diferença está no excelente desempenho do elenco, com destaque para Justin Bateman, Frank Grillo e Paula Patton. E os miúdos também não se saem nada mal. A ver.
sexta-feira, agosto 16, 2013
Prognósticos....antes do fim do jogo
Apesar de não ter visto muitos jogos na pré-época, fui acompanhando de perto o desempenho das equipas através de criticas em jornais e na net. E portanto, qual Alcina Lameiras, decidi formular os seguintes palpites:
F.C.Porto
Sinal + : a “velha estrutura” que consegue blindar como poucas a equipa de futebol de pressões externas; a estabilidade numa defesa que já era forte e que se reforçou com o regresso de um versátil Fucile depois de uma ausência que nunca percebi muito bem; a manutenção (até ver) de Jackson e a contratação de Ghilas; Quintero também parece ser craque; e um treinador novo que começou com o pé direito, ganhando a Supertaça com uma exibição convincente.
Sinal (-) : as saídas de James (fez muita diferença na primeira metade da época passada) e Moutinho (apesar de achar que Moutinho não consegue ser um jogador que faça a diferença, a verdade é que dá muito equilíbro a uma equipa e consegue aguentar uma época inteira praticamente sem lesões).
Incógnitas/Riscos: Lucho continua com uma influência enorme no desempenho da equipa e aos 32 anos resta saber se irá conseguir aguentar a época toda ao mesmo nível; Jackson renova ou baza? Iturbe confirma-se de uma vez por todas? Quintero é mesmo craque?
Classificação final: 1o lugar.
S.L.Benfica
Sinal + : o leque imenso de opções do meio-campo para a frente; as contratações de Markovic e Djuricic, que parecem ser craques; a permanência de Salvio e Garay, que pareciam ser saídas óbvias.
Sinal (-) : a eventual saída de Cardozo e a forma atabalhoada como a situação foi gerida; a saída iminente de Melgarejo e a sua substituição por um Cortez que deixa muito a desejar a defender; a falta de alternativa a um Maxi que se continua a dar porrada desta maneira deve falhar muitos jogos por castigo.
Incógnitas/Riscos: a tolerância dos adeptos a eventuais erros/derrotas de Jesus e também a maneira como o próprio Jesus irá reagir à eventual intolerância; Rodrigo vai dar conta do recado se Cardozo sair? Vai dar tempo de contratar um avançado de jeito se Cardozo sair?
Classificação final: 2o lugar.
S.C.Braga
Sinal + : Jesualdo já conhece os cantos à casa e domina os meandros do futebol português como poucos. Custódio nunca devia ter saído do Sporting; e parece que o tal do Rafa é mesmo jogador.
Sinal (-) : jogadores como Alan e Ruben Micael já devem ter pouco valor a acrescentar, o 1o pela idade, o 2o porque...raramente acrescentou grande coisa. Saídas de Douglão, Hugo Viana e Mossoró.
Incógnitas/Riscos: alguém sabe quando é que volta o Éder? É que à seleção dava um jeitão. E o resto da catadupa de contratações, valem alguma coisa?
Classificação final: do 4o lugar para baixo.
Sporting C.P.
Sinal + : finalmente um treinador que parece ter “2 dedos de testa” (ok, o Jesualdo não era mau de todo); o Adrien que jogava na Académica parece que voltou agora; Carrillo tem tudo para “explodir” este ano (sim, eu sei, já tinha no ano passado); a permanência de Eric Dier; William Carvalho parece ser o trinco que nos faltava desde os tempos do Vidigal; e, last but not least, a genica de uma série de putos talentosos da B cheios de vontade de mostrar trabalho na A, como João Mário, Zezinho, Betinho, Chaby, etc.
Sinal (-): as saídas de Wolfswinkel, Arias e Schaars, sobretudo estes dois últimos, que saíram por “tuta e meia”; as permanências de Capel e Rinaudo, que lá por terem muito amor à camisola, mas um QI futebolístico próximo de 0, parece que têm direito a lugar cativo no onze de muitos sportinguistas; a falta de tolerância de uma massa adepta sem paciência para esperar mais uns anos sem título nenhum; um presidente que apesar de mostrar boas intenções começa a aparecer demais para o meu gosto.
Incógnitas/Riscos: bem, por onde começar...Bruma vai ou fica? Ilori vai ou fica? André Martins vai finalmente conseguir aguentar mais de 50 mins em bom nível? Labyad vai ou fica? Montero, Cissé e o argelino vão conseguir fazer esquecer Wolfswinkel? Magrão, Wender e Maurício vão conseguir apagar a ideia de que não foram mais do que uma jogada de empresários?
Classificação final: 3o lugar
É de notar que isto está a ser escrito antes da 1a jornada e antes do fecho da janela de transferências. Portanto não é por acaso que o texto está cheio de “eventuais”, “pareces” e outras expressões do tipo. Mas se o resultado fosse conhecido antes do fim do jogo, qual era a piada?
quinta-feira, agosto 08, 2013
What's playing in RJ (pelo menos no meu pc...)
Sabendo que é difícil agradar a gregos e troianos, segue playlist que pretende ser bem eclética:
Começamos com R&B...
...esta nem sei categorizar, mas o clip vale bem a pena...
...não podia faltar o hit House do momento...
...até hip-hop cá temos...
...passamos pelo Pop...
...e pelo Rock...
...e fechamos com Indie...
segunda-feira, julho 29, 2013
At the movies: part...whatever...
Quartet (2012): nota 8 - primeiro filme realizado por Dustin Hoffman e diga-se de passagem que o sr. não se sai nada mal. Ver um grupo de velhinhos reformados do mundo da música clássica todos juntos no mesmo lar de idosos dá para chorar, rir, pensar na vida, etc. E o Quarteto de atores principais, com Maggie Smith à cabeça, tem um desempenho nada menos que fantástico.
The Wolverine (2013): nota 6 - como fã da saga de filmes X-Men, confesso que me senti bastante desiludido. Isto porque o filme não vem acrescentar praticamente nada de novo à história dos X-Men nem contribui grande coisa para o desenvolvimento da personagem de Wolverine. Já li que o filme está bastante fiel à saga japonesa da banda-desenhada de Wolverine. Como não sou fã (nem sabia da existência) para mim foi apenas um filme de ação razoável. Já agora uma dica para os que forem ver ao cinema: fiquem na sala mesmo até ao final.
Headhunters (2011): nota 8 - nada como um bom filme norueguês para trazer uma "mudança de ares" face à "americanada" do costume. Fora de brincadeiras, o filme envolve headhunters (num trocadilho interessante), roubos de arte e uma série de reviravoltas inesperadas. E a jeitosa da loura norueguesa também ajuda a compor o quadro...
Gangster Squad (2013): nota 7 - fica a ideia que nesta altura do campeonato é muito difícil fazer um filme sobre a máfia nos EUA sem cair numa série de clichés/ideias pré-estabelecidas/frases feitas. E mesmo com um elenco de luxo, com nomes como Sean Penn, Josh Brolin, Ryan Gosling e Emma Stone, o filme não consegue evitar isso mesmo. Vale pelo entertainment value e pelo elenco, que não desilude.
The Wolverine (2013): nota 6 - como fã da saga de filmes X-Men, confesso que me senti bastante desiludido. Isto porque o filme não vem acrescentar praticamente nada de novo à história dos X-Men nem contribui grande coisa para o desenvolvimento da personagem de Wolverine. Já li que o filme está bastante fiel à saga japonesa da banda-desenhada de Wolverine. Como não sou fã (nem sabia da existência) para mim foi apenas um filme de ação razoável. Já agora uma dica para os que forem ver ao cinema: fiquem na sala mesmo até ao final.
Headhunters (2011): nota 8 - nada como um bom filme norueguês para trazer uma "mudança de ares" face à "americanada" do costume. Fora de brincadeiras, o filme envolve headhunters (num trocadilho interessante), roubos de arte e uma série de reviravoltas inesperadas. E a jeitosa da loura norueguesa também ajuda a compor o quadro...
Gangster Squad (2013): nota 7 - fica a ideia que nesta altura do campeonato é muito difícil fazer um filme sobre a máfia nos EUA sem cair numa série de clichés/ideias pré-estabelecidas/frases feitas. E mesmo com um elenco de luxo, com nomes como Sean Penn, Josh Brolin, Ryan Gosling e Emma Stone, o filme não consegue evitar isso mesmo. Vale pelo entertainment value e pelo elenco, que não desilude.
domingo, abril 21, 2013
Análise telegráfica (porque estou sem muita paciência) ao derby
Jogo começa.
Sporting entra melhor no jogo, com mais bola. Nesta altura, vê-se muito André Martins (finalmente alguém que sabe transportar jogo) e Bruma .O que não se vê são grandes oportunidades de golo (excepto a do Wolfswinkel) nem presença significativa dos jogadores do Sporting na área do Benfica.
Jogo fica mais morno, sem grande interesse. Eis senão quando num momento de adormecimento da defesa do Sporting e sobretudo do elo mais fraco da equipa (aka Joãozinho) Salvio não falha.
A 2a parte foi no mesmo tom mas desta vez com André Martins e Bruma (gosto do puto mas tem muito que evoluir) ambos com bem menos discernimento.
Num grande momento de futebol, Benfica marca o 2o golo.
Jesualdo, que já devia ter mexido na equipa antes, se é que queria ganhar o jogo, FINALMENTE tira Capel (nunca devia ter entrado) e Viola até entra bem no jogo.
Jogo acaba.
Não gosto muito de falar de arbitragem (onde é que já ouvi isto antes...) mas o lance do Garay sobre o Capel na 1a parte parece-me do mais claro que há. Só não ponho as minhas mãos no fogo em como foi mesmo falta porque estamos a falar do Capel. Na 2a parte, num lance entre Maxi Pereira e Viola, não tenho qualquer dúvida que foi mesmo falta dentro da área. Uma falta estúpida (por ser desncessária) e discreta. Mas nem por isso deixa de ser penalty.
Nota final para Jesualdo: não se percebe que o Sporting consiga ir tantas vezes à linha, fazem-se bons cruzamentos e o Wolfswinkel está completamente ilhado na área adversária. Assim não dá Professor...
Sporting entra melhor no jogo, com mais bola. Nesta altura, vê-se muito André Martins (finalmente alguém que sabe transportar jogo) e Bruma .O que não se vê são grandes oportunidades de golo (excepto a do Wolfswinkel) nem presença significativa dos jogadores do Sporting na área do Benfica.
Jogo fica mais morno, sem grande interesse. Eis senão quando num momento de adormecimento da defesa do Sporting e sobretudo do elo mais fraco da equipa (aka Joãozinho) Salvio não falha.
A 2a parte foi no mesmo tom mas desta vez com André Martins e Bruma (gosto do puto mas tem muito que evoluir) ambos com bem menos discernimento.
Num grande momento de futebol, Benfica marca o 2o golo.
Jesualdo, que já devia ter mexido na equipa antes, se é que queria ganhar o jogo, FINALMENTE tira Capel (nunca devia ter entrado) e Viola até entra bem no jogo.
Jogo acaba.
Não gosto muito de falar de arbitragem (onde é que já ouvi isto antes...) mas o lance do Garay sobre o Capel na 1a parte parece-me do mais claro que há. Só não ponho as minhas mãos no fogo em como foi mesmo falta porque estamos a falar do Capel. Na 2a parte, num lance entre Maxi Pereira e Viola, não tenho qualquer dúvida que foi mesmo falta dentro da área. Uma falta estúpida (por ser desncessária) e discreta. Mas nem por isso deixa de ser penalty.
Nota final para Jesualdo: não se percebe que o Sporting consiga ir tantas vezes à linha, fazem-se bons cruzamentos e o Wolfswinkel está completamente ilhado na área adversária. Assim não dá Professor...
quinta-feira, março 28, 2013
Livros: Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey
Sinopse: originalmente publicado em 1990, este best seller apresenta uma abordagem holística, baseada em princípios, sobre qual a melhor forma de encarar a vida, tanto a nível pessoal como profissional. A abordagem tem como base os seguintes hábitos/padrões:
2 – Começar com um fim em mente
3 – Saber priorizar
4 – Pensar Ganhar/Ganhar ("Win/Win")
5 – Procurar primeiro entender, e depois ser entendido
6 – Criar sinergias
7 – "Afiar a serra" (renovar recursos físicos, mentais, sociais e espirituais)
Comentário: não costumo ser muito fã de livros de auto-ajuda mas reconheço neste alguma utilidade. Não havendo propriamente nenhuma "descoberta da pólvora" no livro, acho que o grande valor acrescentado está no facto de ser um bom compêndio de uma série de boas práticas. Além disso, vão sendo sugeridas algumas ferramentas úteis para o dia-a-dia, como por exemplo a matriz abaixo:
A matriz agrupa atividades conforme a sua urgência e grau de importância. A sugestão é que sejam evitados os quadrantes III e IV (atividades não importantes), que se minimizem as atividades do quadrante I (importantes e urgentes) e que a atenção seja focada nas atividades do quadrante II (importantes mas não urgentes).
O maior ponto fraco do livro talvez seja uma certa ingenuidade que demonstra, ao transmitir uma mensagem do tipo "faz o bem que o bem cairá sobre ti". A isto não será com certeza alheia a religião do autor, que é mórmon. No entanto, a realidade parece-me um pouco mais complexa e cruel do que isto.
Ainda assim, acho que é uma leitura que vale a pena.
terça-feira, março 05, 2013
Livros: "Contagem decrescente", de Ken Follett
Sinopse: A história descrita no livro decorre no ano de 1958, no auge da Guerra Fria. A personagem principal é um americano que acorda um dia afectado por uma crise de amnésia. E este americano desempenha um papel essencial na corrida para o espaço, disputada pelos EUA e União Soviética. Só que a certas pessoas convém que a amnésia se mantenha o mais tempo possível.
Comentário: a ação do livro desenrola-se em dois planos intermitentes: o "presente", onde a personagem principal vai lentamente recuperando os seus instintos e tentando descobrir mais sobre si, e o "passado", onde vamos conhecendo um pouco mais sobre todas as personagens e o percurso que as conduziu até ao "presente".
E Ken Follet conduz tudo isto de forma magistral, com personagens cativantes, uma história viciante que nos deixa a querer saber sempre mais e factos históricos que nos vão dando um contexto e enriquecendo um pouco mais.
Não consegui largar o livro até conseguir perceber a explicação para tudo o que se passava. O breakthrough dá-se finalmente a cerca de 3/4 do livro. A partir daí confesso que a história perdeu um pouco do interesse e tornou-se mais ou menos previsível. Mas no seu todo, recomendo vivamente o livro.
segunda-feira, março 04, 2013
A propósito de um grande filme: Zero Dark Thirty
Apesar de algumas respostas muito bem medidas e pouco esclarecedoras, uma entrevista interessante.
segunda-feira, fevereiro 25, 2013
At the Oscars
A sessão foi um cadito melhor que as anteriores, com um Seth MacFarlane a fazer lembrar Ricky Gervais, num estilo de humor apenas um pouco menos corrosivo. O ponto alto deu-se com a intervenção de William Shatner e a "boob song".
Depois disso foram intervalos consecutivos, a cortar constantemente o ritmo da emissão.
Quanto aos vencedores, apesar de ter gostado de Argo, o meu favorito era mesmo Zero Dark Thirty, apesar de ainda não ter visto 3 dos nomeados (Amour, Lincoln e Beasts of the Southern Wild).
Para melhor ator, não parecia haver grandes duvidas que Daniel Day-Lewis ia mesmo levar o Oscar para casa.
Quanto à melhor atriz, Emmanuelle Riva parecia ser a melhor colocada mas a minha personal favourite Jennifer Lawrence acabou por levar a melhor. E que classe (bebedeira?) que tem esta miúda:
E mais outro:
Depois disso foram intervalos consecutivos, a cortar constantemente o ritmo da emissão.
Quanto aos vencedores, apesar de ter gostado de Argo, o meu favorito era mesmo Zero Dark Thirty, apesar de ainda não ter visto 3 dos nomeados (Amour, Lincoln e Beasts of the Southern Wild).
Para melhor ator, não parecia haver grandes duvidas que Daniel Day-Lewis ia mesmo levar o Oscar para casa.
Quanto à melhor atriz, Emmanuelle Riva parecia ser a melhor colocada mas a minha personal favourite Jennifer Lawrence acabou por levar a melhor. E que classe (bebedeira?) que tem esta miúda:
E mais outro:
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