segunda-feira, janeiro 14, 2013

Always watch good "moves"


Carnage (2011): bom – se me tivessem dito à partida que se tratava de um filme passado na totalidade na sala de estar de um apartamento, provavelmente não o teria visto. Mas ainda bem que não disseram. Christoph Waltz, Kate Winslet, Jodie Foster e John C. Reilly brindam-nos com desempenhos excelentes e apesar do cenário não mudar, conseguem manter a discussão suficientemente interessante para o filme nunca perder a “graça”. E pelo meio vão levantando algumas questões bastante pertinentes sobre a forma certa (se é que isso existe) de educar uma criança.

Bernie (2011): fraco – Não é por um filme se basear num história verídica, por mais estranha que ela seja, que o filme vale a pena ser visto. E isso nem sequer se deve ao desempenho do protagonista, papel muito bem desempenhado por Jack Black. Contudo, o filme nunca sai do mesmo ritmo monótono, sem picos de interesse, e até mesmo o final se revela previsível.

Pitch perfect (2012): médio-mais – só para fâs de musicais. Isto porque o filme vale essencialmente pelas cenas de música e pelos remixes de vários dos êxitos da pop atual. De resto, a história não é muito original e os desempenhos não são nada de especial. Até a própria Anna Kendrick está uns bons “furos” abaixo do seu melhor. Mas ainda assim, na categoria de “feel good movie” não vai nada mal.

Intouchables (2011): muito bom quando me falaram pela 1ª vez neste filme, lembrei-me imediatamente do “Escafandro e a borboleta”, um filme que só por teimosia vi até ao final, de tão lento e chato que é. Ora este filme é o contra-ponto perfeito desse outro.
Também baseado numa história verídica, o filme assenta em excelentes desempenhos dos dois atores principais, François Cluzet e Omar Sy. Sobretudo este último, contagia-nos com o seu bom humor e forma descomplexada de viver a vida.
Não é à toa que é o 2º filme francês com maior sucesso de sempre, a seguir ao imperdível “Bem vindo ao norte”. 

terça-feira, janeiro 08, 2013

Resoluções/Wish list para 2013


Para início de ano, que se antevê prometedor, nada como uma boa lista de resoluções.
Ora então cá vai disto:

Profissional
Ou muito me engano ou 2013 será ano de algumas mudanças em termos profissionais. Independentemente disso, seguem-se algumas qualidades/características que é importante ir lembrando:
  • Assertividade: é uma velha máxima, sobretudo a nível profissional, que se não formos nós a cuidar dos nossos interesses, ninguém o fará por nós. Mas não custa manter essa máxima presente.
  • “Jogo de cintura”: feitios difíceis e outros “problemas de personalidade” são quase impossíveis de não encontrar no ambiente de trabalho. Como não vale a pena ter ilusões e pensar que essas pessoas algum dia vão “ver a luz”, acho que uma boa combinação de paciência, perseverança e imaginação será a melhor resposta a esta questão.
Pessoal
Sim, são "clichés", mas quem é que disse que os "clichés" não podem ser valiosos:
  • Tolerância/flexibilidade: diria assim “de cabeça” que a maioria de nós provavelmente acha que é mais tolerante do que realmente é. Mas muitas vezes não chegamos a fazer um esforço para perceber quais as motivações das pessoas que nos rodeiam, porque se comportam da maneira que o fazem ou porque têm determinada opinião. Se o fizéssemos, teríamos provavelmente mais a ganhar.
  • Abertura: está relacionada com o aspecto anterior mas é um pouco diferente. Significa resistir à tentação de encaixar tudo e todos em categorias pré-estabelecidas. O objetivo é desafiar constantemente essas mesmas categorias. Vamos ver o que se arranja.
Cultural/desportivo
  • Visitar 3 “novos” países: o Chile já está marcado; os outros 2 ou 3 devem ser lá para os lados da Ásia. Uma visita às cataratas do Iguaçu também não está descartada.
  • Ler 5 livros: “A Queda dos gigantes”, o 1º da trilogia “O Século” do Ken Follet já está quase no fim. Seguir-se-à o 2º volume da trilogia, “O Inverno do Mundo”. A seguir, talvez o “1889”, do Laurentino Gomes. Também há lá mais um em casa do Ken Follet, o “Contagem decrescente”. Quanto ao 5º livro, logo se vê.
  • Ver jogo do Vasco no Brasil: inacreditável que dois anos depois de ter chegado ao Brasil, ainda não tenha ido ver um jogo de futebol ao vivo. Mas isso vai mudar!!!
  • Ir ao Teatro pelo menos uma vez a cada 2 meses.
  • Ir a concertos: no final de Março há Lollapalooza em SP.Alabama Shakes, Passion Pitt e Two Door Cinema Club, que vã lá estar, também vêm ao RJ. 2Door pelo menos não me escapa.
  • Ver Filmes: TEDArgo, Django Unchained e Lincoln estão claramente na lista. Ah, e já me esquecia do Frankenweenie.
E pronto, é mais ou menos isto. Espero não estar a ser demasiado ambicioso.
Naturalmente, algumas resoluções ficaram de fora por não serem passíveis de publicação neste fórum. Ainda assim, espero ser igualmente assertivo na sua prossecução.
Em teoria, as resoluções deveriam ser todas mensuráveis. Na prática....not so much...Paciência.

E já agora, Feliz 2013!!!


P.S. Não, não me esqueci do Sporting. Mas acho que nos próximos tempos é assunto que vai andar "esquecido" aqui no blog...

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Desabafos de um Sportinguista angustiado

Não sei muito bem que atitude tomar em relação ao Sporting.
Não gostava de ser apelidado de um daqueles Sportinguistas que "abandona a equipa nos piores momentos". Mas a verdade é que nos tempos que correm tenho tempo de menos para andar a perder horas a ver jogos de uma equipa que parece que se esqueceu do mais simples "bê-a-ba" do futebol.

Tudo bem que gostar de futebol e ser adepto de um clube tem muito pouco de racional. Mas daí a ser um exercício de masoquismo vai uma certa distância. Tudo tem limites porra!!!

E as atitudes da equipa de futebol do Sporting dentro de campo e dos dirigentes fora dele parece que foram pensadas para testar os limites da paciência dos Sportinguistas; Ora vejamos:

  • Contratação e despedimento de Sá Pinto: desde o início que se sabia que era uma contratação arriscada, por talvez não estar ainda pronto para assumir o cargo. E foi mesmo o que aconteceu. Sem grandes ideias, quando a coisa começou a correr mal não conseguiu inverter o rumo da situação. Além disso, ainda deixou uma equipa muito mal preparada fisicamente. Para piorar a situação, foi despedido sem que se tivesse uma alternativa preparada o que deixou Oceano à frente da equipa com a certeza que seria apenas uma solução transitória. 
  • Despedimento de Freitas e Duque: quanto ao Duque, realmente não sei o que ele andava lá a fazer. Mas parece-me que o Carlos Freitas se mexe como poucos no mercado. Mas o pior de tudo foi mesmo deixar o futebol nas mãos do GL. Nem sequer quero discutir sobre as competências do homem para isso mas parece-me que com todos os problemas que o Sporting tem, se calhar é capaz de ser muita areia para o caminhão dele não?!
  • Contratação de Vercauteren: não conhecia o senhor e do que conheço até agora não estou propriamente muito bem impressionado. Não conseguiu criar mecanismos de jogo, nem os mais básicos, e quase sempre mexe mal e tarde na equipa durante os jogos.
  • Contratação de Jesualdo Ferreira: parece que chegou disposto a minar o lugar de Vercauteren, ao mandar logo aquela "boquinha" foleira de que era candidato a ganhar o prémio Stromp não como dirigente mas sim como treinador. Não lhe reconheço grandes méritos como treinador e muito menos como Manager. Hão de me dizer onde é que ele foi adquirir os tais conhecimentos de mercado...
  • Venda de Carriço: vender por tuta e meia um dos poucos símbolos do clube quando o homem não levantava ondas nem nada não me parece muito inteligente. Já para não falar que sempre era melhor que certos "Gelsons Fernandes".
  • Possível venda de Izmailov: realmente não há muito mais paciência para este senhor. Não tenho nada contra vendê-lo mas tem mesmo que ser a um rival?! E agora vamos às contrapartidas: 1. Miguel Lopes é bom jogador mas alguém já se lembrou de dizer aos dirigentes do Sporting que ele está em fim de contrato?! 2. Kadu?!?! A não ser que já tenhamos vendido o Patrício por 20M e que este gajo seja o próximo De Gea, parece-me mais um negócio de m****.
  • Possível regresso de Liedson: Estão a brincar certo?!
Ainda podia aqui falar de certos dirigentes e ex-dirigentes, como Barrosos e Barbosas, que parece que sofrem de diarreia verbal, mas esses já têm tempo de antena mais do que suficiente.
Mas já agora, se virem o Barroso na rua, por favor deem lhe um pontapé e uma cuspidela por mim se faz favor. Mete-me nojo...

segunda-feira, novembro 12, 2012

SCP 1-0 SCB

Custou mas foi...
O pior é que o sofrimento todo da 2a parte foi completamente escusado, já que podíamos ter lá "espetado" mais umas 2 batatas na 1a parte sem grandes chatices.

Gostei da 1a parte da Sporting, com uma boa dinâmica ofensiva, a recuperar muitas bolas no meio campo de ataque e com a defesa a não comprometer.

Depois veio a 2a parte e já se estava mesmo a prever que se não estivéssemos a ganhar por uma margem confortável, iriamos sofrer até final, com os nervos à flor da pele. Um Patrício de outro mundo acabou por segurar uma vitória super importante. Vamos lá a ver se foi suficiente para acabar com a malapata psicológica...

Destaques:

Rui Patrício: não consigo deixar de sentir uma frustração enorme por sentir que temos a baliza super bem entregue, a um redes com nervos de aço, num momento em que quase todo o resto da equipa parece que está presa por arames em termos emocionais. Hoje foste ENORME Patrício.

Eric Dier: gostei muito do puto (da última vez que disse isto acerca de um puto foi sobre o Cedric e a seguir veio o que se sabe). Seguro a defender e ainda fez a assistência para o golo.

Carrilo: impressionante como o brilhantismo em alguns momentos é diretamente proporcional à total displicência em outros. O que muitas vezes nos custa perdas de bola completamente infantis em zonas proibidas do campo.

Pranjic: gostei muito de o ver a "10". Pena que não tenha dado para aguentar o jogo todo.

Capel: parece que a raça e a dedicação às vezes conseguem mesmo superar a falta de clarividência e de inteligência. Depois de Patrício, foi de longe o melhor jogador do Sporting na 2a parte.

Vercauteren: era claro que o Sporting estava a ficar sem meio campo e que o Pranjic estava a ficar sem pernas. Mas meter o Gelson pareceu-me uma opção bastante duvidosa, sobretudo pelo sinal que isso enviou para a equipa, de que o que interessava era defender o resultado.

P.S. Nojento. É a única palavra para descrever o comportamento de um jornal desportivo que esta semana tentou mandar mais umas achas para a fogueira que é a situação do Sporting. Da minha parte nunca mais hão de ver um único cêntimo nem um clique no vosso site.

domingo, agosto 19, 2012

Match report: Vitória Guimarães 0-0 Sporting


Jogo de qualidade média, sem grandes oportunidades golo e um Vitória a assumir desde logo que estaria satisfeito com um empate.
Continua a faltar algum fio de jogo ao Sporting já que continua sem haver ninguém que seja capaz de pegar no jogo e transportar a bola, especialmente no meio do campo (ponho as minhas esperanças em Labyad).
Parece-me que perdemos uma boa oportunidade de sair na liderança do campeonato.

Destaques:

Cedric: temos lateral. Parece-me um lateral bem mais equilibrado que o João Pereira, o que me agrada. Infelizmente, também não parece causar os mesmos desequilíbrios ofensivamente que João Pereira causava. Mas tem tempo para evoluir.

Insua: confesso que estava a ficar preocupado com a falta de confiança que o Sá Pinto parecia demonstrar nele na pré-época. Mas aí está Insua, com toda a força e garra que se lhe conhece. Salvo imprevistos, não vai ser pela lateral esquerda que vamos ter problemas durante a época.

Boulahrouz/Rojo: que bela dupla de centrais, num bom equilíbrio entre juventude e experiência. O 2º faz-me lembrar David Luiz, com o que isso tem de bom e de mau (aqueles passes a queimar eram desnecessários).

Elias: um jogador que me começa a irritar um cadito. Tem claramente toque de bola. Mas parece que não encaixa bem em lado nenhum. Ele diz que é a "6" que se sente melhor, mas eu acho que o Gelson ou o Rinaudo dão melhor conta do recado. A "8", acho que não tem visão de jogo suficiente e André Martins ou Adrien também são melhores. Se calhar uns jogos a começar no banco não lhe faziam mal.

Capel: este irrita-me e não é pouco. A garra e amor à camisola já não chegam para compensar a falta de inteligência. E deixá-lo a jogar, com Jeffren no banco também não me parece lá muito iluminado da parte de Sá Pinto. Tudo bem que Jeffren atravessa uma crise de confiança mas acho que é justamente com minutos de jogo que isso se ultrapassa.

Arbitragem: não perdemos por causa da equipa de arbitragem, não é isso que está em causa. Mas estes árbitros são irritantes de mais para ser verdade. Um tempo infinito para marcar faltas depois delas terem ocorrido (mtas delas, a meio campo, inexistentes), fiscais de linha a assinalarem faltas em lances nas "barbas" deles, em que claramente não houve nada, muito mau...

domingo, julho 08, 2012

At the movies...again

Rocknrolla (2008): médio - não tem nada que enganar, é claramente um filme do Guy Ritchie. Os ingredientes do costume estão lá todos: gangsters, porrada, algumas situações cómicas e uma coincidência incrível de eventos a produzir uma qualquer situação super improvável. Três filmes exatamente com a mesma fórmula é capaz de chegar não?!

Rua Jump 21 (2012): bom - não é uma comédia com um tipo de humor super sofisticado ou inteligente. Mas nos dias que correm isso é cada vez mais raro. E esta comédia sempre consegue escapar em boa medida à piada fácil da maioria dos filmes do género. E além disso, ainda traz alguma nostalgia associada à velha série dos anos 80, onde o grande Johnny Depp começou a aparecer.

Project X (2012): médio-menos - E falando em piada fácil...Mais parece um videoclip gigante. Vale pelo entertainment value (pouco).

Whistleblower (2010): médio-mais - Quase inacreditável a história que o filme conta, sobre casos de corrupção na ONU. Diz que é baseado em fatos reais e a julgar por algumas notícias que li nos últimos dias, é bem capaz de ser. Chega a ser arrepiante. Quanto ao filme, não sei o que é mas falta-lhe qualquer coisinha para ser um "grande filme". E tinha potencial para isso.

Em 2014 há mais, mesmo aqui ao lado

Não tenho nada significativamente novo a acrescentar a tudo o que já se disse sobre o desempenho da Seleção no Euro. Mas ainda assim apeteceu-me encerrar o tema.

Depois de um arranque médio-fraco com a Alemanha, Portugal fez alguns dos melhores jogos que já vi. Aquele jogo com a Holanda é absolutamente memorável. Mesmo com a Espanha, a forma como não os deixámos jogar foi impressionante.

A nível individual, Patrício interveio pouco mas bem. Pepe e Alves foram gigantes na defesa. Coentrão é daqueles casos que, felizmente, parece que não sabe jogar mal pela Seleção. João Pereira não esteve nada mal e aquela assistência no jogo com a Holanda é uma delícia.
No meio campo, João Moutinho sabe ocupar espaços e ler o jogo sem bola como poucos. Pena que não seja ele o 10 que precisamos. Raul Meireles foi apenas mediano. Veloso foi enorme, por vezes a fazer lembrar Paulo Sousa.
Cristiano finalmente apareceu, e em grande! Ai se aquela última jogada contra a Espanha tivesse dado golo. Mais valia entregarem-lhe a bola de ouro já. Nani teve alguns momentos de brilhantismo. Mas confesso que esperava mais. Talvez porque as expectativas fossem demasiado altas.
Na frente, o do costume. Postiga a ser um jogador útil, mas não o ponta-de-lança que precisamos. Do Nélson deu para ver pouco. Espero que no Benfica dê para o ver mais vezes. Não gosto do Hugo Almeida. Acho mesmo um jogador medíocre. Mas acho que a saída dele no jogo com a Espanha teve um impacto negativo tremendo.

E pronto, foi assim. A deixar aquele gostinho de que podíamos perfeitamente ter ganho à Seleção campeã do Mundo e a primeira a ganhar 2x seguidas o Campeonato da Europa.


Agora resta esperar por 2014, no Maracanã mais perto de você...Aceitam-se reservas!!!


domingo, junho 10, 2012

"Jogar como nunca"?!

Para parafrasear o meu bom amigo Pisko, mas tá tudo doido?!

Entrar no jogo claramente para defender o empate e dar uma parte de avanço não me parece que seja propriamente caracterizador de "jogar como nunca".
E se para "jogar como nunca" tivermos sempre que sofrer um golo antes para acordar, então não sei o que esperar do resto deste Europeu...

Uma coisa é dar a iniciativa ao adversário e apostar em transições rápidas. Outra coisa completamente diferente foi aquilo que fizemos na 1a parte, em que para ajudar à festa Nani e Ronaldo praticamente não existiram.

Não deixa de ser irónico que no momento em que a Alemanha marcou golo houvesse já alguma sensação de superioridade de Portugal. Mas ninguém pode dizer que não estava avisado sobre o cinismo dos alemães.

Notas positivas para Coentrão, Pepe (com a "pequena" exceção do lance do golo) e já agora para Varela. Não percebi a entrada dele em vez de Quaresma mas a verdade é que entrou bem no jogo e podia ter marcado o golo do empate.

Só me resta esperar que a mudança de atitude dure até ao jogo com a Dinamarca na 4a feira e que entremos em campo com outra mentalidade.

sábado, junho 09, 2012

Prognósticos (e desabafos) antes do fim do jogo

DISCLAIMER: Sofro provavelmente mais pela seleção do que pelo Sporting, o que se calhar se explica pelo fato de estarmos "todos" a puxar pelo mesmo lado, ao contrário do que acontece com os clubes. Portanto, vou estar a torcer como ninguém para que este seja finalmente o NOSSO Euro.

Dito isto, fiquei um bocado chateado (revoltado?!) com a convocatória. Não consigo perceber (mas o Scolari veio em meu socorro com a entrevista dele) a chamada de jogadores como Ruben Micael, Carlos Martins, Eduardo e mais um ou outro, que mal jogaram durante a época toda. Isto deixando de fora jogadores como Manuel Fernandes, Hugo Viana ou André Martins (ok, neste último posso estar a ser um bocadinho tendencioso). Vá lá, convocou o Custódio...

Mas pronto, isto provavelmente nem afeta muito o 11 base, que já se percebeu mais ou menos como vai ser. E aí sim, surgem as reais preocupações.
Tentando ser realista, não acho que tenhamos nenhuma super seleção, nem nada que se pareça. Tudo bem, temos o melhor jogador do Mundo. Mas ao contrário do Real Madrid, onde divide as atenções com pelo menos mais 10 galáticos, na Seleção parece não saber lidar com a pressão adicional e também se farta de levar porrada.

O nosso meio-campo é médio-fraco: Raul Meireles raramente rende o mesmo que nos clubes onde joga; Moutinho acho que nem em casa dele, sozinho, consegue ser líder; e o Veloso tem dias (mais ou menos como o cabelo dele). Não havia mesmo lugar para o André Martins?!

Até me dói o coração de falar dos nossos avançados: Hugo Almeida tem um raio de ação de pouco mais de 2m e o outro diz que nunca foi avançado de marcar muitos golos. Ao Nélson Oliveira faltam minutos de jogo e tenho dúvidas que seja neste Euro que lhos vão dar.

Having said all this, quase todas as minhas esperanças estão em...Nani. Pode não ter a mesma qualidade de Ronaldo mas também não tem nem metade da pressão sobre ele.

Uma possibilidade seria fazermos como diz o visão, e jogar "à Ilidio Vale". Mas não acho que o nosso selecionador tenha a inteligência nem os "tomates" para isso.

Mas isto tudo é teoria e não interessa nada. Amanhã serve-se Sauerkraut ao almoço...

domingo, maio 06, 2012

Melhores álbuns 2011 - Parte II

Katy B - On A Mission

Que grande primeiro álbum fez esta senhora! Nem sei bem como caracterizar a música. Suponho que tenha bastante eletrónica com uma pitada de pop/rock.



White Lies - Ritual (2011)

Estes são mais uns a juntarem-se ao grupo de supostos seguidores de Joy Division. Eu que sou fã de Interpol e de Editors (outros do mesmo grupo) diria que, ainda estejam na mesma linha, são suficientemente diferentes, e com qualidade, para merecerem ser ouvidos.



The Strokes - Angles (2011)

Este por acaso até nem "entrou no ouvido" à primeira. Mas uma vez que entrou...



The Horrors - Skying (2011)

Até nem era grande fã destes senhores. Mas ao 3o álbum finalmente fiquei finalmente convencido.



Justice - Audio, Video, Disco (2011)

Qautro anos depois do primeiro álbum, um segundo que não lhe fica nada atrás. Para fãs de música eletrónica.