O render da guarda
The House of Blackheads
A passear classe nas ruas de Riga
Skyline bar
Antes de mais a resposta é não, não estou a preparar a minha candidatura à Presidência da Repúbica. Já há muito rendido às maravilhas da blogosfera, decidi agora adoptar uma postura mais proactiva e também eu contribuir para o enriquecimento da World Wide Web. Espero que gostem.
O render da guarda
The House of Blackheads
Skyline bar
Quanto ao capitulo nocturno, diga-se que estivemos em Vilnius numa noite de Domingo, o que não fazia prever propriamente uma noite farta em animação. Acabámos por ir ao Prospektus, um bar de um italiano, que até se revelou bastante animado e se transformou numa espécie de discoteca.
Government Palace
Como curiosidade refiro ainda que o azulejo que aparece na fotografia a seguir foi o local exacto onde em 1989 terminava uma corrente de cerca de dois milhões de Letões, Estónios e Lituanos que se juntaram ao longo de 650 kms(!!), entre Vilnius e Tallinn, como forma de protesto contra a ocupação soviética. Actualmente, diz-se que se dermos uma volta de 360º em cima do azulejo e pedirmos um desejo, esse desejo realizar-se-á. Obviamente que nós os 3 demos a dita voltinha mas só o desejo do Edgar é que se concretizou e apenas parcialmente.
O Petri, eu e o Edgar, na Praça do Senado, em Helsínquia

O célebre peixe-palhaço na Grande Barreira de Coral, na Austrália

Blackbacked butterflyfish, no Mar Vermelho
Blue spotted stingray, no Mar Vermelho
Deixo também o link para uma reportagem que saiu no Expresso em Agosto do ano passado, para que possam ler os testemunhos de alguns viciados no mergulho.
Last but not least, aqui ficam os sites de algumas escolas de mergulho em Lisboa:
- Escola de Mergulho de Lisboa;
- Nautic Diver;
- Cipreia.
Além disso, desculpem lá mas a velha conversa do "dia do ano onde podes fingir ser uma pessoa diferente" comigo até pega. Qual é o problema de entrar um bocadinho no campo do imaginário e ao mesmo tempo relembrar os tempos de criança em que todos nos mascarávamos?
A minha explicação pseudo-freudiana básica para as pessoas que "odeiam o Carnaval" é que essa atitude é provavelmente reveladora de um qualquer trauma de infância, quase de certeza relacionado com uma partida de Carnaval que até hoje ainda não foi digerida. "Ah e tal, mas já quando eu era pequenino nunca me mascarei". Nesse caso, os culpados serão provavelmente os vossos pais que quase de certeza deviam ser eles a ter o tal trauma de infância.