Antes de mais a resposta é não, não estou a preparar a minha candidatura à Presidência da Repúbica. Já há muito rendido às maravilhas da blogosfera, decidi agora adoptar uma postura mais proactiva e também eu contribuir para o enriquecimento da World Wide Web. Espero que gostem.
terça-feira, maio 22, 2007
1, 2, 3 diga lá outra vez...
sábado, maio 19, 2007
Helsínquia/ Tallinn
À chegada a Helsinquia
O Petri, eu e o Edgar, na Praça do Senado, em Helsínquia
segunda-feira, abril 23, 2007
Helsinquia-Tallinn-Riga-Vilnius-Riga
Ate agora esta a correr tudo as mil maravilhas. As cidades que vimos sao muito porreiras, animadas como se quer e bastante compactas, o que facilita muito a visita.
Mais novidades e fotos seguir-se-ao brevemente.
Bjs e abracos para todos os fieis leitores deste estamine!!!
terça-feira, abril 10, 2007
It's alive!!!!

Concordo que podia ser mais actual, mas faz-se o que se pode...
quinta-feira, abril 05, 2007
Brilhante...
A razão deste post tem a ver com aquele que eu considero um dos mais brilhantes comediantes da actualidade: Sacha Baron Cohen. Este sr. tem um papel relevante no referido filme e volta novamente a brindar-nos com laivos do seu brilhantismo.
Compreendo que haja muita gente para quem o estilo de comédia de Borat não seja muito apelativo mas digam lá que o sketch que se segue não tem pelo menos um bocadinhozinho (pikenino que seja) de piada:
segunda-feira, março 19, 2007
SBSR: Que luxo!!!
Já agora leiam também o que a Blitz tem a dizer sobre o cartaz do SBSR.
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Bora para a água?
Como argumentos para vos convencer, acho que devia ser suficiente verem as seguintes fotos:
O célebre peixe-palhaço na Grande Barreira de Coral, na Austrália

Blackbacked butterflyfish, no Mar Vermelho
Blue spotted stingray, no Mar Vermelho
Deixo também o link para uma reportagem que saiu no Expresso em Agosto do ano passado, para que possam ler os testemunhos de alguns viciados no mergulho.
Last but not least, aqui ficam os sites de algumas escolas de mergulho em Lisboa:
- Escola de Mergulho de Lisboa;
- Nautic Diver;
- Cipreia.
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Ninguém leva a mal.......ou sim!
Além disso, desculpem lá mas a velha conversa do "dia do ano onde podes fingir ser uma pessoa diferente" comigo até pega. Qual é o problema de entrar um bocadinho no campo do imaginário e ao mesmo tempo relembrar os tempos de criança em que todos nos mascarávamos?
A minha explicação pseudo-freudiana básica para as pessoas que "odeiam o Carnaval" é que essa atitude é provavelmente reveladora de um qualquer trauma de infância, quase de certeza relacionado com uma partida de Carnaval que até hoje ainda não foi digerida. "Ah e tal, mas já quando eu era pequenino nunca me mascarei". Nesse caso, os culpados serão provavelmente os vossos pais que quase de certeza deviam ser eles a ter o tal trauma de infância.
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Para quem estiver a considerar namoros à distância...
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
A cidade condal e o individualismo
As pessoas que me conhecem sabem (ou deviam saber!) que nunca fui grande fã da vida em Lisboa. Nos tempos da faculdade, sempre que podia, lá ia passar o fim-de-semana a Leiria, o que até chegou a colocar alguns problemas sempre que havia trabalhos de grupo para fazer (por falar nisto, acho que nunca cheguei a expressar convenientemente às respectivas pessoas o meu agradecimento pela compreensão demonstrada).
À medida que o tempo foi passando e as amizades (e outras que tal) por Lisboa se foram cimentando, a minha “alergia” à cidade de Lisboa foi-se reduzindo progressivamente. Contudo, nunca deixei de pensar que a cidade se encontra bastante mal organizada, não contribuindo em nada para a melhoria de modos de vida que, também por questões intrínsecas admito, se revelam extremamente individualistas e até mesmo egoístas.
Não querendo reduzir a questão do egoísmo crescente apenas a este tema, penso que um dos principais problemas da cidade reside nos transportes públicos que a servem. Relativamente ao Metro, a expansão da rede parece ter congelado no tempo, não se percebendo nomeadamente como é que ainda não há Metro no aeroporto ou como é que se demora 10 mins de carro de Benfica ao Campo Grande mas 40 mins se formos de Metro. Acho que também não seria nada má ideia expandir o horário de funcionamento do Metro (em Barcelona, ao fim de semana, o Metro fecha às 2h e abre às 5h). No entanto, reconheço que convencer os trabalhadores do Metro de Lisboa a trabalhar mais umas horas numa altura em que os senhores passam a vida em greves porque querem manter os seus 35 dias de férias anuais (entre outras regalias) não se afigura nada fácil.
Quanto aos autocarros, não consigo perceber porque raio é que aqueles placards com o tempo de espera se encontram em fase de testes (para além de serem em nº muito reduzido) há já não sei quanto tempo. À noite, também não me parece que o autocarro funcione como uma alternativa muito válida, seja pela frequência reduzida ou pela imagem de falta de segurança.
Uma ideia recorrente é a de cobrar a entrada de carros num determinado perímetro da cidade de Lisboa. Assim à primeira vista, a ideia não me parece nada má. Obviamente, teria que ser feito de forma transitória, dando algum tempo às pessoas para se adaptarem e investindo paralelamente na expansão e desenvolvimento da rede de transportes públicos. Outra medida que me parece relativamente óbvia consiste na criação de grandes parques estacionamento junto a estações de Metro e de comboio que dão acesso à cidade.
Apesar da minha perspectiva limitada de turista que apenas passou alguns dias nestas cidades, Barcelona e também Nova Iorque pareceram-me cidades que têm na sua base fortes redes de transportes públicos. Acrescento ainda à lista a cidade de Roterdão, onde passei 4 meses em Erasmus, se bem que aí o facto de ser quase completamente plana dá uma forte ajuda (costumo dizer que ter uma bicicleta em Roterdão é quase o mesmo que ter carro em Lisboa).
No que toca a Lisboa, it goes without saying que o processo de mudança seria bem mais fácil se fosse acompanhado por uma alteração da mentalidade e se passássemos a ter uma atitude um bocadinho mais orientada para o colectivo, em vez de passarmos a vida a olhar para os nossos bonitos umbigos. Fica o apelo.