quinta-feira, abril 29, 2010

terça-feira, abril 20, 2010

El Bernabeu



Foi no último Domingo que tive o privilégio de assistir ao vivo ao Real Madrid - Valência e deixem-me que vos diga que o estádio é de facto absolutamente impressionante. Com capacidade para 80.354 espectadores, o estádio impressiona sobretudo pela sua altura, já que as bancadas são extremamente verticais. Graças ao meu amigo Juan, da Guatemala, pude ver o jogo na bancada central, no "rés-do-chão", mas calculo que o "último andar" do estádio não seja aconselhável para quem tem medo de alturas.

Quanto ao jogo propriamente dito, é um lugar comum dizer-se que o Real Madrid tem um excelente conjunto de jogadores mas uma equipa apenas razoável e a verdade é mesmo essa. Cada um joga para si sem grande visão do colectivo. A única excepção chama-se Xabi Alonso, um jogador realmente muito acima da média. Quanto ao "nosso" Cristiano Ronaldo, está de facto num universo à parte. Pena que também só joga para ele.

sábado, abril 17, 2010

Ken Robinson says schools kill creativity

É um bocadinho longo mas vejam e ouçam, porque vale a pena.

terça-feira, abril 06, 2010

Estou aqui!!!!


Quer dizer, neste preciso momento, estou noutro edíficio, mas acho que deu para perceber a mensagem...

E para que não restem dúvidas sobre a qualidade desta nobre instituição, podem ler o que o Wall Street Journal tem a dizer sobre o assunto.

quinta-feira, março 11, 2010

The Girl Who Played with Fire




O segundo volume da trilogia Millenium tem um início muito pouco auspicioso. É o vulgarmente chamado "encher chouriços": durante cerca de 100 págs não se acrescenta practicamente nada ao enredo que se há de seguir.

No entanto, mal a história "explode", somos imediatamente prendidos pela curiosidade de saber quem esteve na origem de mais um violento assasínio. E neste aspecto, Stieg Larsson, está ao seu melhor, sabendo sempre como nos deixar a "aguar" pelo capítulo seguinte.

A história deste segundo livro é practicamente independente do primeiro, tendo em comum pouco mais do que as personagens principais.

Finalmente, deixo um aviso: se começarem a ler este livro, não façam a mesma asneira que eu, tenham à mão o volume seguinte porque a história está longe de ter um final conclusivo.

Invictus



Tinha grandes expectativas em relação a este filme e talvez também por isso foi uma grande desilusão.

O filme propõe-se a descrever a forma como o recém-eleito Nelson Mandela pretende usar o rugby e o Mundial desta modalidade para tentar unir uma África do Sul que o apartheid dividiu.

No entanto, o filme acaba por se parecer com um gigante relato de um jogo de rugby, com as cenas de jogos a repetirem-se e com os diálogos a escassearem. Talvez os fãs de rugby apreciem mas eu estava à espera de outra coisa.

Quanto ao desempenho dos actores, Morgan Freeman está de facto muito bem mas não sei se nomeá-lo para o Óscar de melhor actor não terá sido um pouco de mais. Matt Damon no papel de capitão da equipa da África do Sul claramente não me convenceu.

quarta-feira, março 10, 2010

Movimento pela beatificação da mulher de Mourinho

Puxem lá um bocadinho pelo vosso italiano, porque vale bem a pena.

terça-feira, março 09, 2010

terça-feira, janeiro 26, 2010

Os Homens que odeiam as mulheres

“Os homens que odeiam as mulheres” (The girl with the dragon tattoo, no título em inglês) é o primeiro volume da trilogia Millenium, escrita pelo sueco Stieg Larsson, e é um thriller/ policial super viciante. Apesar das suas mais de 500 páginas, “devorei” o livro em cerca de 3 semanas, o que para mim é um caso absolutamente inédito de rapidez para um livro deste tamanho.


O livro tem como protagonista Mikael Blomkvist, um jornalista de economia condenado a uma pena de prisão por difamação de um proeminente homem de negócios. Logo após esta condenação, Mikael é contactado por Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, que o encarrega de descobrir o que aconteceu à sua sobrinha-neta, Harriet Vanger, que desapareceu misteriosamente há muitos anos atrás. Nesta missão, Mikael irá contar com a ajuda de Lisbeth Salander, uma estranha e problemática rapariga, mas também uma hacker de excepção.


Recomendo vivamente a leitura deste livro, sobretudo para apreciadores de policiais. Sem querer desvendar demasiado, a história é bastante violenta e um bocadinho macabra mas como disse atrás, mantém-nos agarrados até ao fim.


Talvez porque achei a versão em português com algumas falhas (não que eu tenha pretensões de saber sueco mas porque algumas expressões não soavam muito bem), comecei a ler o volume seguinte (“A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo”) em inglês (The Girl Who Played with Fire).


Como nota de curiosidade, refira-se que o autor Stieg Larsson faleceu em 2004, de ataque cardíaco, pouco tempo depois de ter terminado o terceiro volume da série. Segundo li algures, o plano do autor era que a série fosse composta por um total de 10 títulos. Uma pena portanto...