Antes de mais a resposta é não, não estou a preparar a minha candidatura à Presidência da Repúbica.
Já há muito rendido às maravilhas da blogosfera, decidi agora adoptar uma postura mais proactiva e também eu contribuir para o enriquecimento da World Wide Web. Espero que gostem.
O segundo volume da trilogia Millenium tem um início muito pouco auspicioso. É o vulgarmente chamado "encher chouriços": durante cerca de 100 págs não se acrescenta practicamente nada ao enredo que se há de seguir.
No entanto, mal a história "explode", somos imediatamente prendidos pela curiosidade de saber quem esteve na origem de mais um violento assasínio. E neste aspecto, Stieg Larsson, está ao seu melhor, sabendo sempre como nos deixar a "aguar" pelo capítulo seguinte.
A história deste segundo livro é practicamente independente do primeiro, tendo em comum pouco mais do que as personagens principais.
Finalmente, deixo um aviso: se começarem a ler este livro, não façam a mesma asneira que eu, tenham à mão o volume seguinte porque a história está longe de ter um final conclusivo.
Tinha grandes expectativas em relação a este filme e talvez também por isso foi uma grande desilusão.
O filme propõe-se a descrever a forma como o recém-eleito Nelson Mandela pretende usar o rugby e o Mundial desta modalidade para tentar unir uma África do Sul que o apartheid dividiu.
No entanto, o filme acaba por se parecer com um gigante relato de um jogo de rugby, com as cenas de jogos a repetirem-se e com os diálogos a escassearem. Talvez os fãs de rugby apreciem mas eu estava à espera de outra coisa.
Quanto ao desempenho dos actores, Morgan Freeman está de facto muito bem mas não sei se nomeá-lo para o Óscar de melhor actor não terá sido um pouco de mais. Matt Damon no papel de capitão da equipa da África do Sul claramente não me convenceu.
“Os homens que odeiam as mulheres” (The girl with the dragon tattoo, no título em inglês) é o primeiro volume da trilogia Millenium, escrita pelo sueco Stieg Larsson, e é um thriller/ policial super viciante. Apesar das suas mais de 500 páginas, “devorei” o livro em cerca de 3 semanas, o que para mim é um caso absolutamente inédito de rapidez para um livro deste tamanho.
O livro tem como protagonista Mikael Blomkvist, um jornalista de economia condenado a uma pena de prisão por difamação de um proeminente homem de negócios. Logo após esta condenação, Mikael é contactado por Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, que o encarrega de descobrir o que aconteceu à sua sobrinha-neta, Harriet Vanger, que desapareceu misteriosamente há muitos anos atrás. Nesta missão, Mikael irá contar com a ajuda de Lisbeth Salander, uma estranha e problemática rapariga, mas também uma hacker de excepção.
Recomendo vivamente a leitura deste livro, sobretudo para apreciadores de policiais. Sem querer desvendar demasiado, a história é bastante violenta e um bocadinho macabra mas como disse atrás, mantém-nos agarrados até ao fim.
Talvez porque achei a versão em português com algumas falhas (não que eu tenha pretensões de saber sueco mas porque algumas expressões não soavam muito bem), comecei a ler o volume seguinte (“A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo”) em inglês (The Girl Who Played with Fire).
Como nota de curiosidade, refira-se que o autor Stieg Larsson faleceu em 2004, de ataque cardíaco, pouco tempo depois de ter terminado o terceiro volume da série. Segundo li algures, o plano do autor era que a série fosse composta por um total de 10 títulos. Uma pena portanto...
(500) Days of Summer: Uma comédia romântica um bocadinho fora do habitual, a ilustrar uma dicotomia muitas vezes vista nos nossos dias, entre os eternos românticos, que continuam a acreditar no príncipe encantado, e os outros, que querem é curtir a vida, muitas vezes com algum desrespeito pelos primeiros (nem 8 nem 80 digo eu).
Engraçada a cena em que a irmã dele, aqui a fazer de voz da consciência, o aconselha a voltar a pensar nos momentos passados com mais clareza, não imaginando que foram tudo rosas.
Está nomeado para melhor filme nos Globos de Ouro. Pessoalmente aconselho. Death at a Funeral: uma comédia britânica "à antiga", daquelas de partir o coco a rir. O elenco é fantástico. Recomendo vivamente.
O 3º filme foi o Fanboys uma comédia de geeks fãs de Star Wars. Engraçado mas nada de especial.