quarta-feira, março 10, 2010

Movimento pela beatificação da mulher de Mourinho

Puxem lá um bocadinho pelo vosso italiano, porque vale bem a pena.

terça-feira, março 09, 2010

terça-feira, janeiro 26, 2010

Os Homens que odeiam as mulheres

“Os homens que odeiam as mulheres” (The girl with the dragon tattoo, no título em inglês) é o primeiro volume da trilogia Millenium, escrita pelo sueco Stieg Larsson, e é um thriller/ policial super viciante. Apesar das suas mais de 500 páginas, “devorei” o livro em cerca de 3 semanas, o que para mim é um caso absolutamente inédito de rapidez para um livro deste tamanho.


O livro tem como protagonista Mikael Blomkvist, um jornalista de economia condenado a uma pena de prisão por difamação de um proeminente homem de negócios. Logo após esta condenação, Mikael é contactado por Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, que o encarrega de descobrir o que aconteceu à sua sobrinha-neta, Harriet Vanger, que desapareceu misteriosamente há muitos anos atrás. Nesta missão, Mikael irá contar com a ajuda de Lisbeth Salander, uma estranha e problemática rapariga, mas também uma hacker de excepção.


Recomendo vivamente a leitura deste livro, sobretudo para apreciadores de policiais. Sem querer desvendar demasiado, a história é bastante violenta e um bocadinho macabra mas como disse atrás, mantém-nos agarrados até ao fim.


Talvez porque achei a versão em português com algumas falhas (não que eu tenha pretensões de saber sueco mas porque algumas expressões não soavam muito bem), comecei a ler o volume seguinte (“A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo”) em inglês (The Girl Who Played with Fire).


Como nota de curiosidade, refira-se que o autor Stieg Larsson faleceu em 2004, de ataque cardíaco, pouco tempo depois de ter terminado o terceiro volume da série. Segundo li algures, o plano do autor era que a série fosse composta por um total de 10 títulos. Uma pena portanto...

quarta-feira, janeiro 13, 2010

2 dos 3 filmes do último fim de semana



(500) Days of Summer: Uma comédia romântica um bocadinho fora do habitual, a ilustrar uma dicotomia muitas vezes vista nos nossos dias, entre os eternos românticos, que continuam a acreditar no príncipe encantado, e os outros, que querem é curtir a vida, muitas vezes com algum desrespeito pelos primeiros (nem 8 nem 80 digo eu).

Engraçada a cena em que a irmã dele, aqui a fazer de voz da consciência, o aconselha a voltar a pensar nos momentos passados com mais clareza, não imaginando que foram tudo rosas.

Está nomeado para melhor filme nos Globos de Ouro. Pessoalmente aconselho.

Death at a Funeral: uma comédia britânica "à antiga", daquelas de partir o coco a rir. O elenco é fantástico. Recomendo vivamente.


O 3º filme foi o Fanboys uma comédia de geeks fãs de Star Wars. Engraçado mas nada de especial.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

How I met your father

Lost - Final Season

Lembra-vos alguma coisa?

(tem estreia marcada para dia 2 de Fevereiro)

Mad Men

Acabei de ver o 1º da 1ª série.

Claramente não foi amor à primeira vista.

Mas foi o suficiente para me deixar curioso.

Veremos o que se segue.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Venha 2010!!!

2010 promete...cheira-me...



esta foi das últimas descobertas de 2009.

terça-feira, abril 08, 2008

Florianópolis, continua a ser no Brasil (Parte II)

(...)

Findo o temporal, pudemos então voltar à vida de praia e, para bel-prazer do Edgar, voltar também às maratonas de jogos de raquetes na praia. Isto porque nos primeiros dias no Brasil, tratámos imediatamente de comprar umas raquetes e uma bola de futebol. Quanto à bola, houve um dia em que decidimos jogar “à rabia” com um cão que andava pela praia e o resultado final foi o cão afincar os seus lindos dentes na dita bola. Não sei bem o que é que isto diz acerca dos nossos dotes futebolísticos…Já as raquetes, por outro lado, ficaram mais que amortizadas, tal foi o uso que lhes demos.

Florianópolis tem para cima de uma dezena de praias, quase todas (pelo menos as que visitámos) com uma envolvente natural impressionante. O que impressiona mais é a diferença face às nossas praias, já que as de Floripa são rodeadas por montes ou morros cheios de vegetação, o que serve para compor uma paisagem bem bonita. Quanto ao mar, sem ser quente, a temperatura da água era bastante agradável. Eu costumava dizer que era como estar em Monte Gordo, no Algarve.

Sem comentários...


Entre as várias praias que frequentámos, destaco:
(i) a Mole e a do Riozinho – as praias “da moda” da altura e por isso muito bem frequentadas

O fim da tarde na praia do Riozinho

(ii) Barra da Lagoa – uma praia de pescadores, assim a fazer lembrar a Nazaré, para onde ia o “povo” e onde se viam também muitos argentinos. Esta era também a zona onde ficava mais em conta comprar as típicas lembranças

(iii) Canasvieiras – apelidada normalmente como a zona dos argentinos, de tal forma que mesmo as lojas tinham quase todos os seus letreiros em espanhol

(iv) Jurerê Internacional – ouvimos um boato de que também o Ronaldinho tinha aqui uma casa. Vimos casas, e já agora também carros, verdadeiramente impressionantes. A praia propriamente dita não tinha nada de especial.

Em frente a um dos muitos "palacetes", em Jurerê Internacional

(v) Joaquina – a praia das famílias, por sinal, bem bonita. Nas dunas da Joaquina, é normal a prática do sandboard ou “surf de areia”. Nós achámos que não devíamos ter muito jeito para a coisa e por isso nem tentámos

(vi) do Forte – muito pequenina e com uma forma muito particular já que consistia essencialmente numa tira de areia que entrava pelo mar adentro. Tivemos que estacionar o carro literalmente quase dentro de água. Foi a praia onde dissemos adeus a Floripa.

Na Joaquina, com os sumos naturais a deixarem água na boca

Na praia do Forte, junto ao nosso bólide


Fica por contar o capítulo nocturno e também uma breve passagem por São Paulo. Não percam!!!

terça-feira, abril 01, 2008

Lost?

Este post será provavelmente mais interessante para os apreciadores de Lost.



Acho que serve pelo menos para dar uma achega sobre a forma de pensar do criador da série.

Interessante, não?