Terça-feira, Janeiro 26, 2010

Os Homens que odeiam as mulheres

“Os homens que odeiam as mulheres” (The girl with the dragon tattoo, no título em inglês) é o primeiro volume da trilogia Millenium, escrita pelo sueco Stieg Larsson, e é um thriller/ policial super viciante. Apesar das suas mais de 500 páginas, “devorei” o livro em cerca de 3 semanas, o que para mim é um caso absolutamente inédito de rapidez para um livro deste tamanho.


O livro tem como protagonista Mikael Blomkvist, um jornalista de economia condenado a uma pena de prisão por difamação de um proeminente homem de negócios. Logo após esta condenação, Mikael é contactado por Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, que o encarrega de descobrir o que aconteceu à sua sobrinha-neta, Harriet Vanger, que desapareceu misteriosamente há muitos anos atrás. Nesta missão, Mikael irá contar com a ajuda de Lisbeth Salander, uma estranha e problemática rapariga, mas também uma hacker de excepção.


Recomendo vivamente a leitura deste livro, sobretudo para apreciadores de policiais. Sem querer desvendar demasiado, a história é bastante violenta e um bocadinho macabra mas como disse atrás, mantém-nos agarrados até ao fim.


Talvez porque achei a versão em português com algumas falhas (não que eu tenha pretensões de saber sueco mas porque algumas expressões não soavam muito bem), comecei a ler o volume seguinte (“A Rapariga que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo”) em inglês (The Girl Who Played with Fire).


Como nota de curiosidade, refira-se que o autor Stieg Larsson faleceu em 2004, de ataque cardíaco, pouco tempo depois de ter terminado o terceiro volume da série. Segundo li algures, o plano do autor era que a série fosse composta por um total de 10 títulos. Uma pena portanto...

Quarta-feira, Janeiro 13, 2010

2 dos 3 filmes do último fim de semana



(500) Days of Summer: Uma comédia romântica um bocadinho fora do habitual, a ilustrar uma dicotomia muitas vezes vista nos nossos dias, entre os eternos românticos, que continuam a acreditar no príncipe encantado, e os outros, que querem é curtir a vida, muitas vezes com algum desrespeito pelos primeiros (nem 8 nem 80 digo eu).

Engraçada a cena em que a irmã dele, aqui a fazer de voz da consciência, o aconselha a voltar a pensar nos momentos passados com mais clareza, não imaginando que foram tudo rosas.

Está nomeado para melhor filme nos Globos de Ouro. Pessoalmente aconselho.

Death at a Funeral: uma comédia britânica "à antiga", daquelas de partir o coco a rir. O elenco é fantástico. Recomendo vivamente.


O 3º filme foi o Fanboys uma comédia de geeks fãs de Star Wars. Engraçado mas nada de especial.

Sexta-feira, Janeiro 08, 2010

How I met your father

Lost - Final Season

Lembra-vos alguma coisa?

(tem estreia marcada para dia 2 de Fevereiro)

Mad Men

Acabei de ver o 1º da 1ª série.

Claramente não foi amor à primeira vista.

Mas foi o suficiente para me deixar curioso.

Veremos o que se segue.

Segunda-feira, Dezembro 21, 2009

Venha 2010!!!

2010 promete...cheira-me...



esta foi das últimas descobertas de 2009.

Terça-feira, Abril 08, 2008

Florianópolis, continua a ser no Brasil (Parte II)

(...)

Findo o temporal, pudemos então voltar à vida de praia e, para bel-prazer do Edgar, voltar também às maratonas de jogos de raquetes na praia. Isto porque nos primeiros dias no Brasil, tratámos imediatamente de comprar umas raquetes e uma bola de futebol. Quanto à bola, houve um dia em que decidimos jogar “à rabia” com um cão que andava pela praia e o resultado final foi o cão afincar os seus lindos dentes na dita bola. Não sei bem o que é que isto diz acerca dos nossos dotes futebolísticos…Já as raquetes, por outro lado, ficaram mais que amortizadas, tal foi o uso que lhes demos.

Florianópolis tem para cima de uma dezena de praias, quase todas (pelo menos as que visitámos) com uma envolvente natural impressionante. O que impressiona mais é a diferença face às nossas praias, já que as de Floripa são rodeadas por montes ou morros cheios de vegetação, o que serve para compor uma paisagem bem bonita. Quanto ao mar, sem ser quente, a temperatura da água era bastante agradável. Eu costumava dizer que era como estar em Monte Gordo, no Algarve.

Sem comentários...


Entre as várias praias que frequentámos, destaco:
(i) a Mole e a do Riozinho – as praias “da moda” da altura e por isso muito bem frequentadas

O fim da tarde na praia do Riozinho

(ii) Barra da Lagoa – uma praia de pescadores, assim a fazer lembrar a Nazaré, para onde ia o “povo” e onde se viam também muitos argentinos. Esta era também a zona onde ficava mais em conta comprar as típicas lembranças

(iii) Canasvieiras – apelidada normalmente como a zona dos argentinos, de tal forma que mesmo as lojas tinham quase todos os seus letreiros em espanhol

(iv) Jurerê Internacional – ouvimos um boato de que também o Ronaldinho tinha aqui uma casa. Vimos casas, e já agora também carros, verdadeiramente impressionantes. A praia propriamente dita não tinha nada de especial.

Em frente a um dos muitos "palacetes", em Jurerê Internacional

(v) Joaquina – a praia das famílias, por sinal, bem bonita. Nas dunas da Joaquina, é normal a prática do sandboard ou “surf de areia”. Nós achámos que não devíamos ter muito jeito para a coisa e por isso nem tentámos

(vi) do Forte – muito pequenina e com uma forma muito particular já que consistia essencialmente numa tira de areia que entrava pelo mar adentro. Tivemos que estacionar o carro literalmente quase dentro de água. Foi a praia onde dissemos adeus a Floripa.

Na Joaquina, com os sumos naturais a deixarem água na boca

Na praia do Forte, junto ao nosso bólide


Fica por contar o capítulo nocturno e também uma breve passagem por São Paulo. Não percam!!!

Terça-feira, Abril 01, 2008

Lost?

Este post será provavelmente mais interessante para os apreciadores de Lost.



Acho que serve pelo menos para dar uma achega sobre a forma de pensar do criador da série.

Interessante, não?

Domingo, Março 30, 2008

Ken Leeeee!!!!

Florianópolis, Brasil (Parte I)

Foram 18 dias de muito sol (intercalados por um dilúvio!), muita praia e muita festa, numa zona do Brasil que parece marcar pela diferença em relação ao resto do país.

Começando pelo início (?), depois de uma breve escala em S.Paulo, lá aterrámos em Florianópolis, onde nos esperava um senhor da rent-a-car que nos levou ao veículo que havia de ser o nosso meio de transporte primordial nos dias seguintes. Como já nos haviam informado, Florianópolis é uma ilha (se bem que ligada a terra pela Ponte Hercílio Luís, a fazer lembrar a 25 de Abril) relativamente grande pelo que o aluguer de um carro era quase indispensável. Seguimos então para a nossa pousada, onde ficámos alojados num simpático apartamento/chalé de dois andares.

Mapa da ilha

Não deixa de ser irónico que nos primeiros dias de praia, em que ainda havia sol, tenhamos chegado a recear que os nossos dias em Florianópolis se tornassem muito rotineiros, com o percurso pousada-praia-pousada a repetir-se diariamente. Pois ao 4º ou 5º dia, após alguns dias meio cinzentões em que éramos praticamente as únicas pessoas na praia, eis que tem início uma chuvada que havia de prolongar-se de forma praticamente ininterrupta pelos 3 dias seguintes.

E desta forma se explica que durante a nossa temporada no Brasil, tenhamos feito um sem número de visitas ao Beira Mar e ao Floripa Shopping, visitas essas que incluíram, entre outros, 2 idas ao cinema (“I am legend” é dos piores filmes que vi no cinema nos últimos tempos e “American Gangster”, sem ser nada de ground breaking, é bem porreirinho) e uma tarde numa livraria estilo FNAC a ler o “Quem mexeu no meu queijo?”. Termino o tema “temporal em Floripa” dizendo apenas que nem o nosso humilde chalé escapou aos efeitos da enxurrada, o que me obrigou a dormir uma noite na sala, no andar de baixo, tendo em conta que o andar de cima estava um pouquinho húmido.


(to be continued)